A troca de nome para Americana EC e a fusão com o Rio Branco

O futebol de Americana já estava praticamente acostumado com a presença do Esporte Clube Vasco da Gama no profissionalismo, até porque desde 1966 a equipe cruzmaltina disputava as divisões da Federação Paulista de Futebol – ou seja, há praticamente uma década. Entretanto, em 11 de novembro de 1975, após a vitória por 2 a 0 sobre o Jabaquara de Santos, o jornal O Liberal estampou pela primeira vez a seguinte matéria: “Vasco quer opiniões para mudar de nome” +.

Tal assunto voltou a tomar forma em 1975, com a liderança do diretor Roberto Monzillo. Isso porque as primeiras especulações acerca da troca de nome aconteceram três anos antes, mas que não foram levadas a sério pela diretoria e pelos torcedores.

Dessa vez, o assunto da mundaça voltou com força e era respaldada nas seguintes razões, segundo a matéria do O Liberal:

1 – “Entendem os mentores cruzmaltinos, apoiados pelo chefe do executivo local, que Americana Futebol Clube (sic), por exemplo, iria repercutir mais favoravelmente juntos as hostes oficiais e desportistas, do que repercute agora Esporte Clube Vasco da Gama.”

2 – “Outra corrente, acha que uma grande parte dos que gostam do futebol da cidade, não aceita e nunca aceitou a denominação Vasco da Gama, por se tratar de uma agremiação amadora que tradicionalmente sempre se houve com as demais da cidade. Um dirigente cita um exemplo da incompatibilidade: um torcedor do Flamengo, agremiação esta que sempre foi o mais direto rival cruzmaltino, jamais iria ao campo para torcer pelo Dragão.”

3 – “Entende também a direção vascaína, que para a cidade, a projeção seria bem maior se na denominação da agremiação aparecesse Americana, identificando assim prontamente o município e suas tradições. Num teste de loteria esportiva, por exemplo, Americana seria melhor destacada junto a todos os órgãos de imprensa do país.”

Outro ponto não destacado pelo jornal O Liberal, mas que era de conhecimento de todos na época, é que o Vasco da Gama passava por grandes dificuldades financeiras. Além de David Tunussi, gerente de futebol do Dragão, a agremiação era bancada, na época, pelo presidente Andrés Galhardo Caro – o argentino Coleta – e pelo vice Valentin Feltrin, que fazia parte de uma família bastante ligada à indústria têxtil de Americana.

A união de forças na diretoria vascaína não se mostrava suficiente para suportar as dívidas que já alastravam o clube. Portanto, a troca de nome para Americana Esporte Clube tinha, sobretudo, a finalidade de trazer uma saúde financeira, com um maior apoio dos empresários da cidade e do próprio poder público. Com isso, o AEC poderia, também, se estruturar melhor, já que o Vasco passava por dificuldades com o seu próprio estádio, o Victório Scuro, que teve o seu terreno “tomado de volta” pela prefeitura na administração de Ralph Biasi – segundo a lei nº1.340, de 23 de dezembro de 1974 + .

Diante da proporção que o assunto tomava em Americana, a diretoria vascaína passou a ouvir opiniões, deixando livre para que as pessoas endereçassem cartas para a imprensa ou para a própria sede do Vasco, naquele momento localizada na Av. Dr. Antônio Lobo, a fim de colher o apoio da população + .

O tema da alteração do nome se arrastou até 3 de fevereiro de 1976, quando a diretoria cruzmaltina publicou um edital de convocação convidando diretores, sócios e simpatizantes para votarem, em 8 de fevereiro, às 10h, na sede vascaína, a mudança de nome do Esporte Clube Vasco da Gama para Americana Esporte Clube + .

Durante toda a semana, os jornais estamparam matérias que fomentavam a participação do público na renomeação da agremiação. Este, aliás, é um ponto a ser destacado do processo, porque ele acabou se tornando um verdadeiro plebiscito dentro de Americana.

“Agora, quando estamos iniciando uma nova temporada, com Lei de Acesso e tudo, eis que a moçada vascaína arregaça as mangas, abre uma pesquisa de opinião pública, solicita correspondências, atinentes ao assunto e decide: assembléia para um autentico plebiscito, uma vez que o povo poderá deliberar, opinar. Nesta reunião de domingo, às 9h horas da manhã (sic), na sede cruzmaltina, à Av. Dr. Antônio Lobo 275, não só os diretores, conselheiros e associados deverão se manifestar sobre o assunto, mas sim todos os que se interessarem e lá comparecerem, evidentemente. O voto de sim ou não, será aberto a todos.” – O Liberal, 5 de fevereiro de 1976.

Na véspera da assembléia, o O Liberal divulgou como funcionaria a votação, tendo o início às 9h (primeira chamada) e com uma segunda chamada às 10h. A reunião era aberta para que todos pudessem participar, inclusive torcedores que não eram sócios – e todos teriam espaço para fala, se assim quisessem. Os votos seriam contados e a maioria simples  (50% dos votos + 1) daria o resultado a ser registrado em ata oficial. Uma cópia seria encaminhada à Federação Paulista de Futebol, dando início ao processo jurídico de troca de nome + .

 

“MORREU O DRAGÃO. RENASCE O NOSSO FUTEBOL”

Com a presença de aproximadamente 50 pessoas, na sede social do então Esporte Clube Vasco da Gama, entre sócios, dirigentes e esportistas em geral, neste domingo que passou tivemos a esperada e comentada troca de denominação. Esporte Clube Vasco da Gama, de tantas glórias, conquistadas e tradições, e que tantas alegrias proporcionou à plateia americanense, quer na 3ª, 2ª ou 1ª divisão, agora passa a denominar-se Americana Esporte Clube. Já no certamente desta temporada, que em março tem início, nosso representante no profissionalismo do Estado será chamado de Americana Esporte Clube.

UM VOTO

Visivelmente emocionado e com o coração amargurado, o esportista Altair Ferreira Martins, vascaíno de velha cepa, após o encerramento da assembléia, pediu ao presidente Roberto Monzillo que reformulasse o seu voto na ata, optando também pelo “sim”. Ele, Altair, houvera sido o único participante a reunião que votara pela não mudança de denominação. Altair explicou quando da justificativa do voto contrário, lamentando a extinção de Esporte Clube Vasco da Gama, que tantos aprenderam a amar, a respeitar, e que foi o principal responsável pela elevação conceitual do futebol profissional de Americana. Disse o esportista entender da necessidade de se trocar, mas que seu coração reunia condições de aceitar a situação. O voto de Altair foi um dos momentos mais emocionantes da assembléia.

PROVIDÊNCIAS

Tão logo teve seu encerramento a história reunião de 8 de fevereiro de 1976, o diretor Roberto Monzillo comunicava a reportagem as imediatas providências junto à presidência da Federação Paulista de Futebol: juntar cópia da ata; apresentar o novo distintivo (que deverá acolher o brasão do município); dois modelos de uniforme, e aguardar os atinentes despachos. Quanto aos uniformes, ficou delineado que serão estes: uniforme número 1, que conterá jaquetas brancas, calções azuis, meias cinzas ou azuis, com golas e números vermelhos. O uniforme reserva, conterá jaquetas azuis, calções brancos e meias brancas.

JUNTO AOS CLUBES

Será iniciado dentro em breve um trabalho junto aos clubes amadores e varzeanos da cidade, no sentido de se integrar verdadeiramente o futebol local. O profissionalismo não pode se divorciar das divisões inferiores, afirmou David Tunussi, velho batalhador das causas cruzmaltinas. Cada agremiação menor terá ampla oportunidade de participar das atividades do Americana EC, que é de todos os que se julgam americanenses. Destas agremiações e destes valorosos dirigentes, é que aproveitaremos homens de garra para os destinos da AEC, salientou Waldemar Denadai, diretor.

CONFIANÇA

Todos os presentes à reunição, na avenida dr. Antonio Lobo, após a confirmação da mudança de denominação, mostravam-se eufóricos e altamente confiantes. A opinião geral é de que ninguém agora, em sã consciência, poderá negar-se a ajudar, auxiliar ou mesmo prestigiar, em simplesmente comparecendo ao estádio durante as competições. Será o nome de Americana esportiva que estará sempre em jogo, e que por isso sua população não deverá marginalizá-lo. Quanto ao aspecto projeção nacional, fica configurada a necessidade de se constar na denominação, Americana, como no teste da loteria esportiva que figurou o Vasco. Neste teste se todos se recordam, houve o aparecimento: Vasco da Gama (SP), simplesmente. Para esta temporada, se formos inseridos em alguma programação, teremos: Americana EC (SP).

PENEIRA

O técnico Bidon, que porém ainda não se definiu sobre sua permanência à testa do elenco americanense, já está convocando garotos de idade compreendida entre 17 à 19 anos, para o próximo dia 21, sábado, às 14 horas no estádio Victório Scuro para uma “peneirada” daquelas. De todos os que participarem, e que deverão levar seus respectivos materiais de jogo, Bidon indicará à diretoria os que reunirem condições de serem aproveitados.

RELATO DO JORNAL O LIBERAL DE 10 DE FEVEREIRO DE 1976

 

Depois da troca de nome, o Americana Esporte Clube passou a se organizar tanto em sua diretoria, quanto no seu futebol. O primeiro presidente alvi-anil foi eleito em 11 de março de 1976, sendo nomeado Luigi Marchiori. Além disso, Antônio Meneghel foi eleito presidente do Conselho Deliberativo e Oswaldo Incerpe, para a secretaria geral do CD. Já no futebol, o araguarino Luís Carlos Pedro, conhecido pela plateia americanense como Bidon, foi recontratado como técnico – em 1975, ele foi o treinador do Vasco e além de 1976, ele retornou em 1978.

O primeiro jogo do AEC aconteceu em 9 de maio de 1976, no Estádio Municipal Fernando de Marco, em Capivari, contra o Capivariano. O alvi-anil venceu por 1 a 0, gol de Luiz Esteves.

 

Amistoso oficial

Placar final: Capivariano 0x1 Americana

Placar do 1º tempo: Capivariano 0x1 Americana

Local: Municipal Fernando de Marco, em Capivari

 

Americana EC: Tonho; Carioca, Jorge Mello, Celso e Canela; Tadeu, Caetano (Luís Curvello) e Luiz Esteves (Betinho); Betão (Suzigan), Niltinho e Zuíno. Técnico: Bidon.

Gol: Luiz Esteves, aos 4′ do 1º tempo.

 

Já o primeiro cotejo em casa foi em 16 de maio, no estádio Victório Scuro, contra o Independente de Limeira. Com cerca de 3 mil pessoas no campo e com homenagens tanto às mulheres pelo Dia das Mães, quanto ao prefeito Ralph Biasi, o AEC ficou no 0 a 0 com o Galo. Os relatos dão conta de que as chuvas fortes atrapalharam muito o jogo.

 

Amistoso oficial

Placar final: Americana 0x0 Independente

Placar do 1º tempo: Americana 0x0 Independente

Local: Victório Scuro, em Americana

Árbitro: Pedro Inácio Filho

Público: aproximadamente 3 mil pessoas

Renda: Cr$25.000,00

 

Americana EC: Tonho; Carioca, Jorge Mello, Adalberto e Canela; Carlinhos, Prego e Betão; Luiz Carlos, Niltinho e Zuíno. Técnico: Bidon.

Independente: Loca; Jurandir, João Miguel, Luis Carlos e Marco Antonio; Lindóia, Nelson, Nestor e Basílio; Ademir e Guerra.

 

*O capítulo que conta a troca de nome para Americana Esporte Clube está junto do capítulo da fusão com o Rio Branco, ou seja, mais abaixo.

 

Emblemática matéria do Jornal O Liberal de 10 de fevereiro de 1976 sobre a troca de nome de Vasco da Gama para Americana Esporte Clube. A matéria foi descrita acima em sua literalidade.
Um dos últimos times do Vasco da Gama de Americana.
A foto ainda não teve a sua identificação reliazada, porém alguns nomes são destacados da história do clube:

O primeiro em pé é Orlando "Jacaré" Cremasco, seguido do zagueiro Adalberto; os três últimos em pé são, na ordem: Serginho, Carlinhos e Coleta (o Andres Galhardo Caro).
O verdadeiro - e oficial - escudo do Americana Esporte Clube

 

A FUSÃO COM O RIO BRANCO

O Rio Branco Esporte Clube era uma agremiação sólida e reconhecida em Americana: além de já ter o seu estádio, o Riobrancão, no qual o AEC jogava, ainda tinha uma Sede Social + bastante movimentada e uma Sede Náutica + que incrementava as finanças do clube. Ou seja, nos fatores financeiros e estruturais, o Rio Branco estava bem a frente do Americana Esporte Clube – que pouco ou nada tinha em seu nome.

Entretanto, o conhecido Tigre da Paulista estava longe dos gramados desde 1959 – mais especificamente desde a derrota por 3 a 0 para o Progresso de Nova Odessa, em 20 de setembro, pelo Amador do Estado – e tinha, em seu estatuto, um parágrafo que o proibia de se vincular em esportes profissionais. Portanto, o Rio Branco não estava totalmente preparado para voltar ao futebol, apesar de já há muito tempo alguns diretores da agremiação cogitarem isso, uma vez que o time, fundado em 1913, sempre teve as suas tradições voltadas ao esporte bretão.

A partir de outubro de 1978, o alvinegro passou a se movimentar para voltar ao futebol, sendo que a primeira conversa de caráter oficial sobre a fusão AEC-Rio Branco aconteceu em 21 de novembro daquele ano, às 19h30, na Casa do Atleta +. Neste dia, membros do Conselho Deliberativo dos dois clubes se reuniram e conversaram sobre a possível união.

“Está havendo bom entendimento com a diretoria do Rio Branco e a fusão só depende de alguns detalhes referentes a dívida contraída pelo AEC junto a credores diversos. Para oficializar a união, o Rio Branco criaria um departamento de esporte profissional, que iria reger os destinos do time, já dentro do campeonato da Intermediária, uma vez que o AEC é detentor por direito dessa vaga.” – Presidente em exercício do AEC, Sidney Cavagna, em 21 de novembro de 1978 para o jornal O Liberal

Outras reuniões foram realizadas entre os diretores do Americana e do Rio Branco – como em 30 de novembro de 1978 + e outros encontros entre a primeira quinzena de dezembro e fevereiro de 1979. Entretanto, a situação apertou de verdade quando em 27 de março de 1979, o presidente do Americana, Nelson Bellan, expôs a situação financeira da agremiação e afirmou que se o Tigre não ficasse com a vaga, o AEC se licenciaria das atividades da Federação Paulista de Futebol por não ter condições de se manter na Divisão Intermediária.

Em uma nova reunião, realizada em 30 de março, a fusão foi sacramentada pela diretoria do Rio Branco Esporte Clube e concordada pelo presidente executivo Delcio Dollo e pelo presidente do Conselho Deliberativo, Décio Vitta +. Entretanto, o Americana tinha a deliberação de auxiliar a diretoria do Tigre a vender 200 cadeiras cativas do Riobrancão – cada uma pelo valor de Cr$10 mil parcelados em 10 vezes – para bancar as atividades profissionais em 1979. Além disso, a dívida de Cr$402 mil acumulada pelo alvi-anil (que era a mesma do Vasco) seria assumida pelo Rio Branco e parte seria paga com as rendas dos jogos na Divisão Intermediária – a outra parte seria “congelada” em 1980.

Em 3 de abril, um novo encontro foi realizado com os diretores das duas agremiações para acertar detalhes da fusão e também anunciar as primeiras diretrizes para o futebol profissional do Rio Branco em 1979 +. Em 16 de abril, o presidente da Federação Paulista de Futebol, Nabi Abi Chedid, e o assessor jurídico da entidade, Murilo Antunes Alves, chancelaram a fusão entre Americana e Rio Branco em reunião com Delcio Dollo (presidente do Tigre), Décio Vitta (presidente do CD do RB), Nelson Bellan (presidente do AEC) e Alfredo Spínola de Melo (presidente do CD do AEC).

Por fim, em 17 de abril de 1979, o fato maior ocorreu: em assembléia geral na sede do Rio Branco Esporte Clube, localizada na Rua Fernando de Camargo, foram aprovados o novo estatuto do alvinegro – permitindo o futebol profissional – e o balancete do departamento de futebol visando 1979 – já contando com o dinheiro da venda das 200 cadeiras cativas. Isso, portanto, formalizou a fusão entre Americana Esporte Clube e Rio Branco Esporte Clube que não previa a incorporação do primeiro – ou seja, o AEC não se tornaria e nem faria parte do Tigre, apenas a sua vaga na Divisão Intermediária seria destinada ao Campeão do Centenário +.

O último jogo do Americana Esporte Clube aconteceu em 6 de maio, no estádio Riobrancão, contra o São Paulo e terminou em 2 a 2.

 

 

Amistoso oficial

Placar final: Americana 2×2 São Paulo

Placar do 1º tempo: Americana 0x0 São Paulo

Local: Décio Vitta, em Americana

Árbitro: José Luiz Guidotti

Assistentes: Alberto Ferreira e Carlos Eduardo dos Anjos

Renda: Cr$92.840,00

 

Americana EC: Tony; Reginaldo (Luiz Carlos), Carlos, Lineu e Lázaro; Moacir Guaçu, Luis Antônio e Gustavo (Cacalo); Cuca, Dudu e Chiquinho. Técnico: Boca.

São Paulo: Moreira; Getúlio, Estevam, Ayrton e Peres; Hamilton, Neca e Muricy (Fumi); Müller, Armando (Ferreira) e Walter. Técnico: Mario Juliato (Rubens Minelli estava suspenso).

 

Já o primeiro jogo do Rio Branco foi em 13 de maio, também no estádio Riobrancão, contra o Noroeste de Bauru. Com uma arbitragem bastante polêmica de Antônio Padua Salles, o Tigre acabou derrotado por 1 a 0. Nesta partida, o Rio Branco entrou em campo com as camisas do AEC como forma de homenagem – diante de aproximadamente 13 mil pessoas. Depois, os atletas receberam as camisas alvinegras abençoadas pelo padre Victor e iniciaram o cotejo.

 

Histórica capa do Jornal O Liberal de 19 de abril de 1979: "Consolidada a fusão do AEC com o RBEC"
Reinício da trajetória do Tigre da Paulista no futebol
Aqui uma oportunidade de conhecer algumas "caras" do AEC que enfrentou o São Paulo na despedida em 6 de maio

Em pé: Reginaldo, Tony, Moacir Guaçu, Lineu, Carlos, Marco Antônio e desconhecido
Agachados: Biro-Biro (massagista), Ligão, Luis Antônio, Dudu, Nelson Lopes e Ismael
Desfile de abertura do jogo da volta do Rio Branco ao futebol em 13 de maio de 1979
"O Tigre" saudando a torcida riobranquense no dia do jogo da volta, em 13 de maio de 1979, contra o Noroeste. O Rio Branco foi o primeiro clube do Brasil a adotar o animal como mascote - em 1923, ideia de Plínio Ortolano. Do lado direito do Tigre, o presidente do alvinegro, Délcio Dollo - carregando uma pasta em suas mãos.
Todos os jogadores do Rio Branco posados para o jogo da volta contra o Noroeste - 13 de maio de 1979, derrota por 1 a 0.
Matéria do Jornal O Liberal de 15 de maio de 1979 - "O juiz estragou a festa do Rio Branco"
A arbitragem foi a grande polêmica da partida da volta do Tigre contra o Noroeste

 

 

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